quarta-feira, 18 de abril de 2018

POLÍTICA


SUCESSÃO PRESIDENCIAL

Não há Viagra Eleitoral que levante a popularidade do presidente Temer

O mundo gira e os partidos rodam.

Aécio, não faz muito tempo, era candidato forte em 2018. Hoje é réu e perdeu de 5x0 no Supremo.

Temer é o presidente, a inflação caiu em seu Governo, mas não há Viagra Eleitoral que levante a sua popularidade.

Lula, com toda papagaiada em torno de sua prisão, caiu nesta semana seis pontos percentuais: de 37% para 31%.

Não faz muita diferença, porque ele será barrado não pela baixa aceitação, e sim pela Lei da Ficha Limpa. Mas como será hoje sua capacidade de transferir votos a nulidades, depois da experiência Dilma?

Alckmin vai mal, embora sempre tenha tido votos em São Paulo.

E Meirelles, João Amoedo, Álvaro Dias, Flávio Rocha, Manuela D'Ávila, Guilherme Boulos e Aldo Rebelo?

Juntando o carisma e a popularidade de cada um, nem juntando todos se conseguiria um candidato.

Há, tem Ciro Gomes, mas esse só ganharia força se tivesse o apoio do PT.

O PT, porém, só aceita apoios, rejeitando apoiar quem não seja do partido.

Sim, os salvadores da Pátria, como Marina Silva e Joaquim Barbosa, que estão bem num início de campanha,

Mas Marina Silva sempre despencou no meio do caminho, aliás, Ciro Gomes também.

Joaquim Barbosa tem boa imagem, mas é autoritário e intratável.

Como isso se refletirá em sua campanha?

Bolsonaro, então?

Depende:

Como se comportará com pouquíssimo tempo na televisão? Como reagirá aos ataques pessoais que irá receber?

Às vezes se descontrola, e isso já tirou candidatos em eleições anteriores. Será que ele aguentará?

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